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| Jornal do Porto, XXXI Anno, N.º 10, de 11 de Janeiro de 1889, p.1. |
domingo, setembro 16, 2018
O Colégio de S. Lázaro (Porto) e a Capa e Batina
Curiosidade esta, de 1889, em que se procura instituir o uso do Traje Nacional num colégio, para tal pedindo aval dos pais dos alunos.
sábado, setembro 15, 2018
O laço verde dos estudantes de preparatórios.
sexta-feira, setembro 14, 2018
Sobre o Foro Académico, em jornal de 1888
quarta-feira, setembro 12, 2018
Capa e Batina na Escola Médica do Porto, 1895
terça-feira, setembro 11, 2018
Polícia de Capa e Batina, 1891
O caso ocorre em Braga, numa época de grandes tumultos por causa do ultimatum inglês do ano anterior e da efervescência republicana despoletada a partir daí.
Os estudantes eram dos mais activos e reivindicativos, o que lhes valia muitas represálias por parte da polícia.
Valia tudo para "amansar" os jovens contestatários e, como se pode ler, até disfarçar-se de capa e batina, para mais facilmente os apanhar em flagrante.
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| A República 2.º Anno, N.º 310, de 06 de Maio de 1891, p.1. |
domingo, setembro 09, 2018
A Capa e Batina chega ao Porto, 1888
quinta-feira, setembro 06, 2018
Traje Académico no Seminário de Braga, 1889
domingo, setembro 02, 2018
Porta Férrea e Traje na Coimbra de 1886
Já aqui, neste blogue, explicámos que o uso do traje académico obedecia a regras de limpeza e aprumo, sendo que, para entrar no recinto universitário (e estar nas aulas), era imperativo cuidar da imagem, segundo estipulado pelo regulamento disciplinar.
Claro está que uma das formas de mostrar descontentamento para com as regras, os professores, as autoridades, era andar desleixado ou procurar furar as regras. E isso valia, muitas vezes, castigos nada simpáticos, sendo o mais gravoso o ir passar uns tempos à prisão.
Umas das regras mais conhecidas de todos é passar-se a Porta Férrea de capa descaída pelos ombros, mas, noutros tempos, era também imperativo ter a batina abotoada.
Eis aqui um testemunho de 1886:
| A Liberdade, 22 Outubro 1886, 16º Anno, Nº 829 |
terça-feira, agosto 28, 2018
O Canelão, um pontapé na civilidade, 1891
Já neste blogue, tínhamos, em tempos, dado eco desta prática (ver AQUI).
Estes 2 artigos, publicado no mesmo jornal (em páginas distintas) dão conta do resultado dessa prática, a qual, parecendo que apenas consistia em pontapear as canelas dos caloiros, incluía maus tratos físicos para além disso.
No segundo caso, embora não tenha sido possível obter informações adicionais, sabe-se que o ferido, se não morreu, terá ficado definitivamente incapacitado.
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| A Voz Pública, 2.º Anno, N.º 478, de 18 de Novembro de 1891, p.1. |
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| A Voz Pública, 2.º Anno, N.º 478, de 18 de Novembro de 1891, p.2. |
quinta-feira, agosto 23, 2018
Traje Académico, proibido fora de Coimbra (1889).
Poderá parecer estranho, contudo, nessa época, o uso do traje estudantil era proibido fora da cidade de Coimbra.
Já disso tínhamos constância no que se refere às tunas, as quais precisavam de autorização dos reitor para saírem da cidade, com o traje.
Neste caso concreto, diz respeito aos estudantes que iam até outras paragens, com o seu traje, sem sequer ser com um grupo artístico, assim a modos de "apeteceu".
Nesse época, o traje era levado a sério, tão a sério que o incumprimento do regulamento académico dava direito a prisão.
Veja-se como os tempos mudaram.
Neste caso concreto, diz respeito aos estudantes que iam até outras paragens, com o seu traje, sem sequer ser com um grupo artístico, assim a modos de "apeteceu".
Nesse época, o traje era levado a sério, tão a sério que o incumprimento do regulamento académico dava direito a prisão.
Veja-se como os tempos mudaram.
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| Jornal do Porto, XXXI Anno, N.º 11, de 12 de Janeiro de 1889, p.2. |
terça-feira, agosto 21, 2018
Liceu de Lisboa de Capa e Batina, 1889
Um artigo que nos traz esta caso de um professor do liceu de Lisboa (não diz qual) que foi maltratado por ter alcunhado um estudante trajado de "máscara".
Estamos numa altura em que o uso do traje nos liceus de Lisboa era recente e ainda causava alguma estranheza por parte dos professores.
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| Jornal do Porto, XXXI Anno, N.º 10, de 11 de Janeiro de 1889, p.1. |
sábado, agosto 18, 2018
Uma Trupe, um caloiro .... um incidente grave (1890)
Coimbra e as suas trupes sempre encheram o imaginário de gerações.
Mas, nessa época, ir à caça de caloiros não era actividade isenta de perigos.
Esse é um lado muitas vezes omitido, apesar de serem inúmeros os casos de feridos graves e de mortes, devido à acção das trupes.
E desengane-se quem ainda usa o cliché falso de Portugal ser um país de brandos costumes, pois nunca o foi.
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| A República, I Anno, N.º 34, de 22 de Maio, de 1890, p.1. |
terça-feira, agosto 07, 2018
Praxes nos liceus, 1889
Sim, era costume os estudantes da universidade irem até ao liceu praxar os colegas mais novos, numa época em que os alunos de liceu estavam sujeitos à Praxe e, portanto, aos ritos de praxes dos estudantes universitários (ou grau de ensino superior).
Obviamente que não era pacífica tal relação, como aqui sucedeu no Porto, em 1889.
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| Jornal do Porto, XXXI Anno, N.º 9, de 10 de Janeiro de 1889, p.1. |
terça-feira, julho 31, 2018
Alunas do Liceu do Funchal trajadas, 1916
segunda-feira, julho 30, 2018
Escola Médico-Cirúrgica do Porto de Traje Académico, 1889
segunda-feira, fevereiro 19, 2018
12 anos passados ................. o que tem, ainda, o N&M para oferecer?
O seu papel ainda é pertinente, serve de fonte válida e partilhada para as novas gerações ou empoeirou-se do desinteresse das mesmas pelo conhecimento aqui veiculado?
Um reflexão, uma ponderação já encetada. Dela resultarão 2 caminhos possíveis: continuidade ou fecho de emissão.
domingo, fevereiro 18, 2018
sexta-feira, fevereiro 09, 2018
Cronologia da Queima das Fitas em Portugal - Séc. XIX a 1985
Dados e imagens documentais que traçam o percurso dos momentos mais
marcantes da Queima das Fitas em COIMBRA, PORTO e LISBOA, das suas formas
primitivas, atravessando todo o séc. XX, um olhar que ajudará a ter uma ideia
mais clara sobre o assunto, de forma sucinta e de fácil apreensão, consulta e
partilha.
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